Zika chega a Miami e perspectiva para o turismo piora

Autoridades federais e estaduais dos Estados Unidos alertaram para uma nova zona de transmissão do zika vírus em Miami Beach, incluindo a praia mais popular para os turistas na região.

Os Centros de Prevenção e Controle de Doenças (CDC, na sigla em inglês) estão sugerindo que as mulheres grávidas não viagem para aquela parte de Miami.

"Todas as mulheres grávidas nos EUA devem ser orientadas sobre uma possível exposição ao zika vírus durante o pré-natal", disseram os CDCs.

Investidores de bônus municipais estão atentos à disseminação de zika na Flórida, uma vez que isso pode ter um grande impacto no turismo, um setor importante para a saúde financeira do Estado.

Fonte: http://noticias.r7.com/saude/zika-chega-a-miami-e-perspectiva-para-o-turismo-piora-20082016

O óleo de coco faz maravilhas para a sua pele e cabelo. Mas você vai cair da cadeira quando ouvir o efeito recém descoberto que ele pode ter.

O câncer colorretal é um dos tipos de câncer mais frequentemente diagnosticados. A cada ano, existem cerca de 95.000 novos casos de câncer de cólon e 40.000 novos casos de câncer no reto nos Estados Unidos da América. Quase metade dos pacientes que recebem o diagnóstico acaba morrendo. Isto é devido, entre outras coisas, ao fato de que tratamentos convencionais, como cirurgia e quimioterapia, nem sempre são bem sucedidos em todos os tipos de câncer. Além disso, eles ainda têm vários efeitos colaterais.
Os cientistas americanos fizeram uma descoberta e a publicaram em um estudo no "Cancer Research Journal" (Periódico da Pesquisa do Câncer) da Universidade de Adelaide, de que o ácido láurico contido no óleo de coco tem propriedades que matam as células cancerígenas. Em apenas dois dias, este componente exterminou 90% destas células. Os experimentos foram feitos em uma placa de Petri sob condições herméticas e não tiveram continuidade em um organismo vivo.
Por enquanto, a falta de recursos financeiros está impedindo estudos mais aprofundados sobre o efeito positivo das propriedades do óleo de coco em combate ao câncer. O motivo disso é que não tem havido muito interesse por parte da indústria farmacêutica, que, obviamente, está pensando em lucro e em vender seus produtos.
No entanto, o óleo de coco tem muitos outros efeitos positivos para a saúde. O ácido láurico encontrado nele, que inclusive também é um componente do leite materno, fortalece o sistema imunológico. De acordo com a Sociedade Americana de Nutrição, vários estudos demonstraram que o óleo de coco te protege de outras doenças e pode até curá-las. Foi provado que ele é particularmente útil para combater a osteoporose, doenças virais (como hepatite C e herpes), infecções na vesícula, Alzheimer, doenças crônicas e câncer. Além disso, ele ajuda a amenizar os efeitos colaterais da quimioterapia.
Então, parece que o óleo de coco é uma boa arma para combater várias doenças. Mesmo na indústria de cosméticos, ele é um popular remédio para problemas de pele. Somado a isso, várias mulheres juram que ele é o que há de melhor para se ter cabelos sedosos e com brilho.

Fonte:http://www.naoacredito.com.br/oleo-de-coco-saude/?ref=fb

Ministro da Saúde: homens procuram menos médico por trabalharem mais que mulheres

O ministro da Saúde, Ricardo Barros, afirmou que os homens procuram menos o atendimento de saúde porque "trabalham mais do que as mulheres e são os provedores" das casas brasileiras. Além de acreditar que os homens "possuem menos tempo" do que as mulheres, o ministro considerou que os homens fazem menos acompanhamento médico por uma questão de hábito e de cultura. Nesta quinta-feira (11) o ministério lançou um guia do "Pré-Natal do Parceiro", a fim de incentivar os homens a fazerem exames de prevenção ao acompanhar as mulheres aos postos de atendimento durante a gravidez.

Apesar da declaração do ministro, dados do IBGE indicam que as mulheres trabalham mais do que os homens. Em 2004, as mulheres trabalhavam quatro horas a mais que os homens por semana, quando se soma a ocupação remunerada e o que é feito dentro de casa. Em uma década, a diferença aumentou mais de uma hora. Em 2014, a dupla jornada feminina passou a ter cinco horas a mais, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad). Nestes dez anos, os homens viram sua jornada fora de casa cair de 44 horas semanais para 41 horas e 36 minutos. A jornada dentro de casa permaneceu em 10 horas semanais.

Mais de 30% dos homens não tem hábito de acompanhar sua saúde, diz pesquisa

O programa do Ministério da Saúde do pré-natal para homens busca reduzir a diferença de sete anos entre a expectativa de vida entre homens e mulheres e aproximar os pais durante a gestação. Um projeto piloto da iniciativa já existe há um ano, com treinamentos para os chamados "multiplicadores" (que podem ser gestores, psicólogos, assistentes sociais, médicos ou enfermeiros). Eles recebem um treinamento para propagar o projeto em seus Estados. Até dezembro deste ano, a expectativa do ministério é de que cerca de 800 multiplicadores tenham recebido os ensinamentos. Estados como Bahia, Rio de Janeiro, São Paulo e Paraná já deram início ao programa.

"Nesse momento em que eles vão aos postos de saúde acompanhar as mulheres no pré-natal nós queremos capturar os homens", disse Barros. Segundo o ministro, os servidores irão estimular a presença dos homens, solicitar exames e isso irá criar um vínculo.

— Normalmente quando o atendimento familiar vai à casa das famílias os homens estão fora trabalhando.

Barros disse ainda que o programa não terá nenhum custo adicional ao sistema. "É apenas um comportamento das equipes, a estrutura do atendimento está pronta e está paga", declarou.

— Queremos atingir essa parte da população que não tem o hábito de frequentar postos de atenção (...) Esperamos com isso que os nossos trabalhadores tenham uma expectativa de vida melhor.

Para Francisco Norberto, Coordenador Nacional da Saúde do Homem, a ideia é "ampliar a imagem do homem" entre os profissionais de saúde, fazendo-os pensar neles "dentro do seu território" e em como captá-los para a unidade básica de saúde.

Dessa forma, o atendimento poderia acontecer na casa do homem, ou até mesmo em um bar ou em um jogo de futebol, de acordo com Norberto.

— Muitos alegam que não precisam e que a questão do trabalho é um dificultador.

Segundo Norberto, uma opção para acolher os homens, que já foi implantada em algumas regiões, seria ampliar o horário de atendimento. Cada adequação deverá ser feita de acordo com as necessidades da região.

Outro ponto que poderá ser melhorado com a cartilha do Ministério da Saúde, acredita o coordenador, é incentivar a participação e a responsabilização dos homens durante a gravidez de suas parceiras. "É importante que os pontos de atendimento vejam o homem não como visita, mas como parte da família, alguém que tem que ter acesso para acompanhar e aprender a cuidar da criança (...) A ideia é aprimorar esse vínculo para que haja também uma redução da violência doméstica, para que esse homem entenda que também é responsável pelo cuidado filho", explicou o coordenador. "Esse é um processo contínuo de mudança de cultura."

http://noticias.r7.com/saude/ministro-da-saude-homens-procuram-menos-medico-por-trabalharem-mais-que-mulheres-11082016

Cientistas dizem ter resolvido mistério do orgasmo feminino

É um mistério que tem intrigado cientistas há séculos: qual o papel do orgasmo feminino?
No homem, o orgasmo está diretamente relacionado à transferência de esperma, mas nas mulheres o orgasmo não só não é necessário para a concepção, como também está muitas vezes ausente da relação sexual.
Por que, então, as mulheres experimentam essa sensação? Um grupo de pesquisadores nos EUA diz ter encontrado uma possível resposta. E o segredo estaria no desenvolvimento de uma função-chave: a ovulação.

Um novo estudo realizado por cientistas da Universidade de Yale e do Hospital Infantil de Cincinnati sugere que o orgasmo feminino é um vestígio de nosso passado evolutivo, quando as fortes descargas de hormônios que acompanham o clímax eram necessárias para a mulher ovular.

"Sugerimos que o homólogo do orgasmo humano é um reflexo que, ancestralmente, induziu a ovulação", diz a conclusão do estudo.

Ovulação espontânea

"Pesquisas anteriores focaram na biologia humana, mas não na evolução de uma determinada característica em espécies diferentes", diz Günter Wagner, professor de Ecologia e Biologia Evolucionária na Universidade de Yale e um dos autores do estudo.

Os cientistas se concentraram no estudo evolutivo e em diferentes espécies de um dos fenômenos que acompanham o orgasmo feminino: a forte liberação de hormônios como prolactina e oxitocina.

Orgasmo pode induzir o parto. Veja mitos e verdades sobre o sexo na gravidez

"Características homólogas em espécies tendem a ser muito difíceis de rastrear", diz Mihaela Pavlicev, do Hospital Infantil de Cincinnati e coautora do estudo publicado na revista JEZ, Molecular and Developmental Evolution.

"As fortes descargas hormonais caracterizam um dos aspectos do orgasmo feminino e assim seguimos a pista evolutiva dessa característica em diferentes espécies."

Em muitos mamíferos, como gatos ou coelhos, essa descarga hormonal ocorre durante a relação sexual com o macho e é necessária para estimular a liberação de óvulos.

Mas em seres humanos e em outros primatas a ovulação é espontânea e independe da estimulação sexual.

Os pesquisadores observaram que a ovulação induzida apareceu antes da ovulação espontânea, que teria surgido há cerca de 75 milhões de anos.

O orgasmo feminino seria, então, um resquício desse passado ancestral comum, quando uma forte descarga hormonal era necessária para uma função tão vital como a ovulação.

O deslocamento do clitóris

A ocorrência da ovulação espontânea também teria levado a outras mudanças evolutivas, especialmente a realocação do clitóris.

Em espécies com ovulação induzida por atividade sexual, o clitóris fica dentro ou muito perto do canal vaginal.

Já em seres humanos e outras espécies de ovulação espontânea, ele fica mais distante.

Para cientistas americanos, orgasmo seria um vestígio de um passado evolutivo

"Isso explicaria por que a cópula não é necessariamente acompanhada de orgasmo", disse Pavlicev.

A cientista não descarta, no entanto, que a forte descarga hormonal possa estar associada a outras funções.

"Ainda há muito debate sobre se o orgasmo pode cumprir outras funções, como um fortalecimento do vínculo emocional", disse ela. "Então, não podemos excluir (a possibilidade de) que, apesar de ter perdido sua conexão com a reprodução, o orgasmo feminino possa ter outras funções."

"Acréscimo fantástico"

No entanto, alguns pesquisadores preferem outras explicações sobre o orgasmo feminino.

Elisabeth Lloyd, professora de biologia da Universidade de Indiana e autora de O Caso do Orgasmo Feminino: Preconceito na Ciência da Evolução, descreveu no jornal britânico The Guardian o trabalho de Yale como "importante" por sua abordagem original de estudar a evolução das espécies.

Mas Lloyd diz que ainda se sabe muito pouco sobre o orgasmo em outras espécies e garante que, além de descarga hormonal, devem ser levados em conta outros aspectos neurológicos e musculares desse fenômeno.

Em seu livro, a pesquisadora afirma que o orgasmo feminino é simplesmente um remanescente do desenvolvimento embrionário.

Além de resquício do nosso passado, orgasmo poderia ter a função de fortalecer vínculo emocional

"Só na oitava semana (do embrião) se produz uma forte liberação de hormônios masculinos que transforma os órgãos genitais em genitais masculinos", diz Lloyd.

Os homens precisam do orgasmo para transferir o esperma, mas as mulheres, de acordo com a bióloga, também têm tecidos musculares e terminações nervosas para o orgasmo, que ela descreve como um "acréscimo fantástico".

"Além do prazer, parece não ter um objetivo", diz Lloyd, ainda segundo o Guardian. "Mas isso não significa que o orgasmo feminino não seja importante. Ele simplesmente não parece ter uma função evolucionária."

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Primeira vítima de epidemia de ebola pode ter sido infectada por morcego

Da Associated Press
Uma equipe de pesquisadores acredita ter identificado como começou a epidemia de ebola na África Ocidental: com um garotinho brincando perto de uma árvore oca que abrigava vários morcegos infectados.

Os cientistas exploraram uma área do sudeste da Guiné onde o garoto Emile Ouamouno, de dois anos, adoeceu e morreu há um ano. Autoridades acreditam que ele foi o primeiro caso desta epidemia, que infectou mais de 20 mil pessoas.

O vírus ebola não foi encontrado nos morcegos testados pelos pesquisadores, por isso eles não conseguiram provar efetivamente que eles deram origem à epidemia. Mas a equipe acredita que o garoto foi infectado por um dos morcegos que vivia na árvore oca.

"Como cientista, posso dizer que esse é um cenário possível", disse um dos autores do estudo, Fabian Leendertz, do Instituto Robert Koch, em Berlim.

Instituto cria 'bar' em hospital para testar droga contra abuso de álcool

Da Associated Press
Parece um bar como qualquer outro: garrafas de tequila e de vodca enchem as prateleiras, a iluminação é fraca e, nas paredes, há pôsteres de bebida. Mas ele fica dentro de um hospital. Pesquisadores dos Insitutos Nacionais de Saúde (NIH) dos Estados Unidos criaram uma réplica de bar para testar um novo tratamento para ajudar pessoas que bebem muito álcool a diminuir o consumo.

A ideia é que, ao se sentar no bar-laboratório, o cérebro dos voluntários sinta vontade de beber, ajudando a determinar se o medicamento experimental é capaz de conter esse desejo.

Conselho Federal de Medicina libera uso de composto da maconha

Do G1 DF
O Conselho Federal de Medicina autorizou o uso do canabidiol – composto da maconha – no tratamento de crianças e adolescentes que sejam resistentes aos tratamentos convencionais. A prescrição é restrita a neurologistas, neurocirurgiões e psiquiatras. A resolução que regulamenta a medida foi encaminhada nesta quinta-feira (11) para o Diário Oficial da União, para publicação.

Segundo a entidade, os médicos autorizados a prescrever a substância deverão ser previamente cadastrados em uma plataforma online. Já os pacientes serão acompanhados por meio de relatórios frequentes feitos pelos profissionais.

OMS eleva a 6.841 o número de mortos por ebola, de 18.464 infectados

Do G1

Pacientes com câncer pagam para testar drogas em ratos 'customizados'

Da Associated Press
Cientistas frequentemente testam drogas em camundongos. Agora, alguns pacientes com câncer estão fazendo o mesmo, com a esperança de curarem sua própria doença.

Britânicos descobrem anticorpo capaz de neutralizar vírus da dengue

De EFE
Cientistas do Imperial College London descobriram uma nova classe de anticorpos capazes de neutralizar as quatro formas do vírus da dengue, conforme publicou nesta segunda-feira (15) a revista britânica "Nature Immunology".